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Augustin Woelz é escolhido empreendedor social pela Ashoka

São Paulo, 22 de dezembro de 2005 – A Ashoka, organização não-governamental (ONG) internacional de apoio a empreendedores sociais, escolheu Augustin Woelz, presidente da ONG Sociedade do Sol, instalada no Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec), como membro no Brasil. De maio a novembro desse ano, Augustin passou por um processo seletivo que envolveu uma série de entrevistas e a atualização do seu projeto, até ser selecionado para fazer parte da organização.

A Ashoka conta com mais de 200 empreendedores no Brasil e mais outros 1.200 espalhados pelo mundo. “Como empreendedor social, passo a fazer parte de uma rede internacional de interação que vai permitir, por exemplo, acelerar a disseminação do Aquecedor Solar de Baixo Custo (ASBC) através de ONGs que agem diretamente com a população, e não só no Brasil como também em outros países”, explica Augustin.

O ASBC é um dos projetos da Sociedade do Sol, que permite que famílias de baixa renda economizem energia elétrica utilizando energia solar. A idéia surgiu durante a Conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento (ECO-92), quando Augustin apresentou a possibilidade de cada casa brasileira possuir o seu próprio aquecedor solar.

A partir de então, ele e sua equipe passaram 10 anos pesquisando uma forma de baratear os custos e simplificar a construção dos aparelhos, até quando a empresa entrou para o Cietec, em 2002. “Sem o Cietec não teria sido possível concretizar nosso trabalho. O ambiente positivo de auxílio mútuo nos ajudou a crescer e descobrir que não éramos uma empresa e, sim, uma ONG”, afirma Augustin.

Outros projetos da Sociedade do Sol incluem o reuso da água dos chuveiros para a descarga do vaso sanitário, reduzindo em até 30% o consumo de água; e o fogão solar, já usado no Chile, no Peru e na Bolívia, que ajuda famílias pobres a reduzirem os gastos com gás e elimina a necessidade de utilizarem lenha ou álcool, que causam danos ambientais e acidentes.

No momento, os empreendedores sociais da Ashoka no Brasil estão implantando uma rede nacional de capacitação. Isso vai permitir um intercâmbio de projetos e o trabalho em conjunto, com um propagando as idéias do outro. A própria Ashoka está passando por mudanças: ao invés de investir somente em indivíduos, o alvo agora passará a ser a sociedade como um todo. A meta é que os empreendedores sociais do Brasil se reúnam, pensem objetivos para a melhoria do País e repassem novos conceitos para a população, rumo a um futuro de maior igualdade e inclusão social.

Quem é o Empreendedor Social
O empreendedor social da Ashoka é uma pessoa visionária, criativa, prática e pragmática; que sabe como ultrapassar obstáculos para criar mudanças sociais significativas e sistêmicas. Possui uma proposta verdadeiramente inovadora, já com resultados de impacto social positivo na região onde atua, e demonstra estratégias concretas para disseminação desta idéia nacionalmente e/ou internacionalmente.

Sobre a Ashoka
Primeira associação mundial a apoiar empreendedores do setor social, a Ashoka está presente em 52 países e atua no Brasil desde 1986. É uma organização internacional sem fins lucrativos, fundada em 1980, na Índia, por Bill Drayton, com o objetivo de identificar e investir em líderes empreendedores com idéias criativas e inovadoras, capazes de provocar mudanças sociais positivas e de amplo impacto social. A Ashoka apóia os empreendedores sociais – e suas idéias – com um suporte financeiro e com uma estrutura profissional que os ajuda a disseminar suas idéias e soluções inovadoras, tanto individual como coletivamente.

Sobre o Cietec
Um dos mais importantes centros incubadores do País, o Cietec foi criado em abril de 1998 por um convênio entre a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, o Serviço de Apoio a Micro e Pequena Empresa de São Paulo (Sebrae-SP), Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). As incubadoras são uma forma de incentivo ao desenvolvimento de tecnologia, muito popular no exterior e que está se fortalecendo a cada dia no Brasil. Seu objetivo é incubar empreendimentos de base tecnológica para ampliar o índice de sobrevivência e a competitividade dessas empresas, objetivando o crescimento da economia brasileira, o aumento da geração de empregos qualificados e de melhores resultados na balança comercial brasileira.


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