São Paulo, 23 de junho de 2008 – Cada vez mais as escolas buscam métodos inovadores para entreter o aluno e conseguir com que assimilem os conteúdos apresentados em sala de aula. A tarefa torna-se mais difícil com a aproximação do vestibular e suas dezenas de matérias para estudar. A coordenadora do Ensino Médio do Colégio Sion, Maria Cristina Figueiredo, implantou algumas atividades para facilitar a compreensão de determinados assuntos. “A idéia é criar um ambiente diferente para que os estudantes voltem a se interessar em estudar conteúdos já vistos em outras ocasiões”, diz Maria Cristina.
Uma visita a um parque de diversão, por exemplo, pode ser uma perfeita alternativa para ensinar disciplinas como física e biologia. “Enquanto determinados brinquedos podem ser ótimos exemplos para explicar como age a lei da gravidade, outros podem ser uma boa forma de explicar métodos de reutilização da água”, explica Maria Cristina.
No roteiro de estudos também estão incluídas visitas a museus, sessões de filmes e ainda a produção de curtas-metragens baseados nos temas vistos em aulas e também naqueles da atualidade. “No ano de comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, os alunos estão desenvolvendo documentários baseados neste assunto”, completa a coordenadora.
Segundo a coordenadora, os passeios são acompanhados pelos professores das disciplinas estudadas, que organizam o roteiro com apostilas e exercícios específicos para as atividades.
O Colégio Sion também desenvolve simulados para preparar os alunos para a Fuvest. “Preparamos três simulados com 100 questões para os alunos do terceiro ano. É importante que eles aprendam a lidar com o tempo, pois a tendência é acharem que por se tratar de testes a prova torna-se fácil”, finaliza Maria Cristina.
Sobre o Colégio Sion
Fundado em 1901 na cidade de São Paulo, o Colégio Sion é mantido pela Congregação Nossa Senhora de Sion, fundada na França em 1854. O edifício de 12 mil metros quadrados, localizado no bairro de Higienópolis, foi projetado pelo engenheiro-arquiteto Francisco de Paula Ramos de Azevedo e atualmente é considerado patrimônio histórico da cidade. A instituição possui cerca de 1.100 alunos, matriculados da educação infantil ao ensino médio. Entre seus diferenciais estão tradição, proposta pedagógica exigente e moderna, busca pela formação de um aluno crítico, respeito pelos valores da família e da ética e formação religiosa, com cunho ecumênico que respeita e aceita todas as religiões.