Colégio Santa Catarina de Juiz de Fora desenvolve curso de musicalização para bebês - Trama
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Colégio Santa Catarina de Juiz de Fora desenvolve curso de musicalização para bebês

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Curso oferecido pela Escola de Música do tradicional colégio mineiro ajuda a desenvolver a relação afetiva entre mães e filhos, além de despertar a criança para a musicalidade

São Paulo, setembro de 2013 – Antenada aos benefícios da música na primeira infância, a Escola de Música do Colégio Santa Catarina (CSC) de Juiz de Fora (MG), administrado pela Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC),criou e está oferecendo, desde maio deste ano, um curso de Musicalização para Bebês. Destinado a crianças de seis a 18 meses, a iniciativa tem como objetivo desenvolver a relação afetiva entre pai e filho, além, é claro, de proporcionar às crianças participantes as inúmeras vantagens geradas pelo contato com o universo da música.

Para quem acredita que os bebês são muito pequenos para serem musicalizados, diversos estudos explicam que o primeiro sentido humano a se desenvolver totalmente é a audição, tanto que hoje existem diversos trabalhos com música para as gestantes. Além disso, até os dois anos de idade o cérebro está em formação e, deste modo, os estímulos em todas as áreas ajudam a desenvolver mais rápido as conexões nervosas. Por fim, a musicalização pode ainda ajudar na formação da personalidade da criança, contribuindo com a socialização, o raciocínio e a concentração.

De acordo com a coordenadora da Escola de Música, Patrícia Guimarães, o diferencial da proposta é trabalhar a afetividade. "Acreditamos que a música traz esse vínculo. Trabalhamos os sentidos através da música, tocar a criança, estimulá-la a produzir sons com objetos que também exalam cheiro. E isso vai ficar na memória afetiva do bebê para o resto da vida", conta entusiasmada.

Para a oferta do curso, o Colégio Santa Catarina adquiriu uma seleção de instrumentos especiais, alguns, inclusive, com formato lúdico, além do kantele, uma harpa de origem celta que tem uma sonoridade de relaxamento – o que é muito importante para os bebês.

A professora ainda explica que a música melhora as conexões neurais dos bebês para a cognição dele no futuro, como aprendizagem, linguagem, fala, coordenação motora, além das relações sociais. "Também ajuda na percepção de mundo, pois a criança fica mais sensível para perceber tudo em torno dela. A música faz grande diferença na vida de quem tem esse contato desde cedo. A criança que tem a sensibilidade musical respeita mais o outro. É claro que a gente espera que eles cresçam e também se tornem amantes da música, mas isso seria uma consequência, não nosso objetivo inicial", defende Patrícia.

O curso também tem respaldo da psicóloga do colégio, Fernanda Pedroso, que explica que os dois primeiros encontros são apenas com os pais, com atividades para preparar a chegada dos bebês. "O primeiro contato de amor da criança é a voz, a voz da mãe e a sua própria voz, através do choro. Por isso, a cantoria e o ninar têm tudo a ver para apaziguar o processo de separação que toda criança vive ao nascer. O contato com a mãe, o ninar, faz o bebê se sentir protegido, seguro e confortável, dando a ele condições para estruturar seu processo de crescimento e descoberta. A gente acredita que esta iniciativa ajuda no resgate do afeto entre mãe e filho, do cuidado, do aconchego", relata.

Com uma aula semanal com duração de 45 minutos, período baseado na capacidade de concentração dos bebês, as turmas têm, no máximo, oito crianças para garantir um trabalho individualizado. Com vagas limitadas, os pais se dividem em duas turmas, definidas de acordo com a idade da criança.

Pais comprovam os benefícios
Segundo Patrícia Guimarães, os depoimentos de mães relatando os benefícios da aula são a maior recompensa do trabalho. "Aqui existe uma troca. É muito interessante, porque a gente sai da pesquisa e começa a ver a aplicação. E ouvir as mães dizerem que são elas é que precisam dessa aula, que elas saem daqui relaxadas, é muito bacana. O nosso olhar, portanto, não fica só nos bebês, mas nas mães também", explica.

"É uma terapia essa aula. Mais para nós do que para eles", brinca Eliene Novaes, mãe do pequeno Mateus, de um ano e um mês.

Já Simone Cristina Ferreira, mãe de Enzo, de apenas um ano e um mês, conta que não conhecia o trabalho de musicalização com bebês, mas afirma que a cada aula suas expectativas são superadas. "Achei a proposta muito interessante e estou achando de grande importância, pois trabalha muita coisa na criança, como a interação, os estímulos, a sensibilidade. O Enzo adora e eu também. Aqui eu aprendi uma canção de ninar com sons nasais que eu tenho aplicado em casa e ele dorme rapidinho, fica muito calmo. É um momento meu com ele, que está sendo muito gratificante e único para nós dois", afirma.

"A experiência tem sido ótima para nós duas. A Ana está se soltando aos poucos, a cada aula fica mais ambientada e mais tranquila. Não tenho nenhum dom para música, só treino para ser uma boa ouvinte, mas quero que ela tenha um contato com a música, para, futuramente, ter interesse por tocar algum instrumento, ou, se não, pelo menos curtir", disse Daniele Braga Pereira, mãe da pequena Ana, de apenas seis meses.

A Escola de Música
Criada em 20 de abril de 2005, a Escola de Música do CSC funciona na Casa Madre Regina, prédio anexo ao colégio, na Avenida dos Andradas. O objetivo é desenvolver a musicalidade e uma maior percepção da visão de mundo, uma vez que a música valoriza as relações interpessoais e estimula o desenvolvimento integral da criança.

A Escola de Música tem grupos de coral e oferece aulas de violino, violão, teclado, flauta doce, flauta transversa, musicalização, além das Cameratas, com turmas para a Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. A Escola de Música é coordenada pela maestrina Patrícia Guimarães e funciona de segunda a sexta, com aulas nos períodos da manhã, tarde e noite. Atualmente, conta com um corpo docente de seis instrutores e 160 alunos.

Sobre o Colégio Santa Catarina
Em 10 de janeiro de 1900, as Irmãs de Santa Catarina chegaram a Juiz de Fora para se dedicarem à instrução e educação. As Irmãs adquiriram um terreno no Morro da Gratidão, hoje Morro da Glória, iniciando a construção do Colégio Santa Catarina de Juiz de Fora, inaugurado em 1909. Em 1922, a construção foi ampliada, formando simetria com a existente. Já em 1928, foi oficializado o Curso Comercial e, em 1930, o curso de Magistério, sendo iniciada também uma nova ampliação do espaço físico.

Desde então, o Colégio tem expandido sua atuação. Em 2011, a instituição contava com 2.057 alunos. A qualidade do ensino, sob o ponto de vista técnico, pode ser observada com o índice de 97% dos alunos do Ensino Médio aprovados em 2011 na Universidade Federal de Juiz de Fora. Além disso, o Colégio ocupa a 1ª posição no ranking do ENEM em Juiz de Fora.

Ao longo do ano, foram desenvolvidos projetos pedagógicos com o objetivo de promover a cidadania e a formação humana.

Mais informações podem ser obtidas no site www.santacatarinajf.com.br.

Sobre a Associação Congregação de Santa Catarina
Com 116 anos de atuação, a Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC) é atualmente uma das maiores instituições filantrópicas, impactando na cadeia de valor. Por meio de um modelo de Governança Corporativa sustentável, a entidade consegue gerir de forma eficaz as 33 instituições nas áreas da Saúde, Educação e Assistência Social em sete Estados brasileiros: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Ceará, Mato Grosso e Goiás. Ao todo, a Associação Congregação de Santa Catarina reúne hoje cerca de 13 mil colaboradores e realiza, em média, 15 milhões de atendimentos por ano.

Este modelo de governança possibilita executar dignamente e de forma permanente a missão iniciada pelas Irmãs de Santa Catarina e acolher cada ser humano na sua integralidade, conciliando eficácia organizacional, valores cristãos e compromissos com as necessidades das comunidades mais carentes.

Mais informações podem ser obtidas no site www.acsc.org.br

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