São Paulo, junho de 2009 – Dados do balanço do Cietec (Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia), referentes ao ano de 2008, revelam que a inovação pode ser considerada um antídoto contra momentos de crise econômica como a que mundo está passando atualmente. Os indicadores mostram que a maior incubadora da América Latina encerrou o décimo ano de sua história com um faturamento total de R$ 42 milhões, 25% maior que em 2007, resultado que comprova uma trajetória de sucesso.
De acordo com Sérgio Risola, gerente executivo da entidade, esse resultado se deve ao crescimento expressivo das receitas das empresas inovadoras incubadas, sejam residentes ou não, no último ano. Além disso, as empresas graduadas participaram com mais de R$ 24 milhões, ou seja, 57,73% da receita total. Outro dado significante é que 10,7% do total dos 120 empreendimentos faturaram acima de R$ 1 milhão sendo responsáveis por grande parte desse rendimento como é o caso da Alpha BR.
A companhia, que desenvolve tecnologia e produz matérias-primas (fármacos) de alto valor agregado para produção de anestésicos e sedativos para medicamentos de uso hospitalar, faturou R$ 1,15 milhão em 2008. Esse valor corresponde a um crescimento de 27% em relação ao ano anterior e a previsão é de dobrar essa receita ainda em 2009, inclusive com o incremento das exportações para o Mercosul. “Apenas nesses primeiros meses do ano já faturamos 90% do ano passado. Essa evolução se deve a conclusão de projetos que já estavam em desenvolvimento”, explica William Carnicelli, sócio do laboratório.
Exportação
Apesar das micro e pequenas empresas do Cietec priorizarem o mercado nacional em seus negócios, os empreendimentos expandiram a capacidade de exportação em 71% de 2007 para 2008. Desde 2002 quando as incubadas começaram a exportar, a quantia faturada para companhias estrangeiras soma US$ 291 mil. Desse valor, US$ 96 mil foram faturados no ano passado.
Apesar das micro e pequenas empresas do Cietec priorizarem o mercado nacional em seus negócios, os empreendimentos expandiram a capacidade de exportação em 71% de 2007 para 2008. Desde 2002 quando as incubadas começaram a exportar, a quantia faturada para companhias estrangeiras soma US$ 291 mil. Desse valor, US$ 96 mil foram faturados no ano passado.
Para contribuir com o relacionamento internacional dessas empresas, o Cietec oferece suporte qualificado e estimula a vinda de visitantes estrangeiros à incubadora. Apenas no ano passado, a entidade recebeu13 missões de 12 países diferentes para troca de experiências e apresentação dos projetos brasileiros inovadores.
Retorno em Impostos
O Cietec tem o custeio sustentado pelo Sebrae-SP que, em 2008, aportou R$ 820,6 mil e nesses últimos 10 anos investiu um total superior a R$ 5 milhões. As empresas incubadas recolheram cerca de R$ 8,4 milhões em impostos em 2008, totalizando mais de R$ 35 milhões no período de 1998 a 2008. Observa-se também que para cada R$ 1,00 investido pelo Sebrae no ano passado, R$ 10,26 retornaram na forma de impostos. O valor restituído desde a implantação da incubada é de R$ 5,95 reais para cada real aportado pelo Sebrae.
O Cietec tem o custeio sustentado pelo Sebrae-SP que, em 2008, aportou R$ 820,6 mil e nesses últimos 10 anos investiu um total superior a R$ 5 milhões. As empresas incubadas recolheram cerca de R$ 8,4 milhões em impostos em 2008, totalizando mais de R$ 35 milhões no período de 1998 a 2008. Observa-se também que para cada R$ 1,00 investido pelo Sebrae no ano passado, R$ 10,26 retornaram na forma de impostos. O valor restituído desde a implantação da incubada é de R$ 5,95 reais para cada real aportado pelo Sebrae.
Empresas e empregos gerados
Quando deu início às suas atividades, em 1998, eram apenas 15 empresas incubadas. Ao fim de 2008, esse número subiu para 121 empreendimentos que empregaram 733 profissionais especializados no ano passado e resultou na graduação de 13 negócios inovadores. Durante os últimos 10 anos, a incubadora já graduou 81 empresas. “Esse é o resultado do suporte, empenho e dedicação do Cietec na preparação dessas empresas. É uma satisfação muito grande ver como projetos iniciantes amadureceram e já estão competitivas no mercado”, declara Risola.
Quando deu início às suas atividades, em 1998, eram apenas 15 empresas incubadas. Ao fim de 2008, esse número subiu para 121 empreendimentos que empregaram 733 profissionais especializados no ano passado e resultou na graduação de 13 negócios inovadores. Durante os últimos 10 anos, a incubadora já graduou 81 empresas. “Esse é o resultado do suporte, empenho e dedicação do Cietec na preparação dessas empresas. É uma satisfação muito grande ver como projetos iniciantes amadureceram e já estão competitivas no mercado”, declara Risola.
Sobre o Cietec
Um dos mais importantes centros incubadores da América Latina, o Cietec foi criado em abril de 1998 por um convênio entre a Secretária do Desenvolvimento do Estado de São Paulo, o Serviço de Apoio a Micro e Pequena Empresa de São Paulo (SEBRAE-SP), Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). As incubadoras são uma forma de incentivo ao desenvolvimento de tecnologia, muito popular no exterior e que está se fortalecendo a cada dia no Brasil. Seu objetivo é incubar empreendimentos de base tecnológica para ampliar o índice de sobrevivência e a competitividade dessas empresas, objetivando o crescimento da economia brasileira, o aumento da geração de empregos qualificados e de melhores resultados na balança comercial brasileira.
Um dos mais importantes centros incubadores da América Latina, o Cietec foi criado em abril de 1998 por um convênio entre a Secretária do Desenvolvimento do Estado de São Paulo, o Serviço de Apoio a Micro e Pequena Empresa de São Paulo (SEBRAE-SP), Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). As incubadoras são uma forma de incentivo ao desenvolvimento de tecnologia, muito popular no exterior e que está se fortalecendo a cada dia no Brasil. Seu objetivo é incubar empreendimentos de base tecnológica para ampliar o índice de sobrevivência e a competitividade dessas empresas, objetivando o crescimento da economia brasileira, o aumento da geração de empregos qualificados e de melhores resultados na balança comercial brasileira.