População pode reivindicar telefones públicos para surdos - Trama
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População pode reivindicar telefones públicos para surdos

São Paulo, 28 de junho de 2005 – Existem hoje no Brasil nove milhões de portadores de deficiência, dos quais 166.400 mil são surdos. Há ainda um contigente de 900 mil que possuem dificuldade permanente para ouvir (IBGE – Censo 2000). Apesar do número expressivo de cidadãos nestas condições, estabelecer a comunicação entre surdos e ouvintes ainda é complicado. Na maioria das vezes, o maior entrave para a inserção dessas pessoas na sociedade é a falta de informação.

A legislação que dá aos deficientes auditivos o direito de solicitar a instalação de aparelhos especiais às operadoras de telefonia é praticamente desconhecida pela população e pelos gestores municipais.

E é justamente para levar esta e outras informações aos administradores públicos e à sociedade que a Koller&Sindicic, do Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec), localizado na Cidade Universitária de São Paulo, participa nos dias 29 e 30 de junho, em Porto Alegre, do 25º Congresso de Municípios do Rio Grande do Sul, no Centro de Eventos do Hotel Plaza São Rafael.

O diretor da Koller&Sindicic, Claudio Sindicic, destaca que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou junto à Presidência da República, em 15 de maio de 1998, o Decreto 2.592, o qual estabelece o Plano Geral de Metas de Universalização, que obriga as operadoras do serviço telefônico fixo (telefonia local) a instalar telefones públicos adaptados para a utilização por pessoas portadoras de deficiência auditiva.

“De acordo com o Plano, um mínimo de 2% dos telefones públicos de uma localidade devem ser adaptados não apenas para quem tem problema de audição, como também de fala e aos usuários de cadeira de rodas, mediante solicitação dos usuários”, observa Sindicic.

Sobre a Koller&Sindicic
A Koller&Sindicic atua no setor de telecomunicações e sinalizações especiais, desenvolvendo produtos e serviços que agregam qualidade de vida e tornam os consumidores surdos mais independentes. A empresa desenvolveu em parceria com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) o Surtel 2, o primeiro telefone residencial para surdos com tecnologia brasileira. O aparelho é composto de visor indicativo, onde é possível ver as mensagens recebidas; teclado alfanumérico para enviar mensagens; monofone incorporado no aparelho; conexão para 110/220V; secretária eletrônica e agenda eletrônica.

Ao ingressar no Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec), a Koller&Sindicic desenvolveu o TS-PC, um dispositivo telefônico que viabiliza a comunicação do portador de deficiência auditiva por meio do computador. A solução é direcionada às empresas que, de um modo geral, precisam se adequar para se comunicar com clientes e com os próprios colaboradores que tenham algum grau de deficiência auditiva.

O TS-PC foi desenvolvido para ser acoplado ao PABX, possui componentes sofisticados e tem um dos tamanhos mais reduzidos do mercado. Claudio Sindicic explica que o instrumento tem o mesmo princípio do Surtel 2, o telefone para surdos. “A diferença é que em vez do display e do teclado do Surtel 2, utiliza-se respectivamente o monitor e o teclado do PC”, destaca. A Koller&Sindicic também é a responsável pela importação dos telefones públicos especiais para a população portadora de algum tipo de deficiência física.

Serviço
25º Congresso de Municípios do Rio Grande do Sul
Data: 29 e 30 de junho de 2005
Local: Centro de Eventos do Hotel Plaza São Rafael
Endereço: Av. Alberto Bins, 509, Porto Alegre – Rio Grande do Sul

Sobre o Cietec
Um dos mais impor’tantes centros incubadores do País, o Cietec foi criado em abril de 1998 por um convênio entre a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, o Serviço de Apoio a Micro e Pequena Empresa de São Paulo (Sebrae-SP), Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). As incubadoras são uma forma de incentivo ao desenvolvimento de tecnologia, muito popular no exterior e que está se fortalecendo a cada dia no Brasil. Seu objetivo é incubar empreendimentos de base tecnológica para ampliar o índice de sobrevivência e a competitividade dessas empresas, objetivando o crescimento da economia brasileira, o aumento da geração de empregos qualificados e de melhores resultados na balança comercial brasileira.


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