São Paulo, 25 de junho de 2008 – Incluir a experiência de um trabalho voluntário no currículo pode ser um diferencial no momento de concorrer á uma vaga de trabalho. Esse tipo de “capacitação” tem sido reconhecida pelas grandes empresas, algo que já é notado no momento da entrevista de emprego. Agora imagine se puder aliar a essa experiência a vivência de uma nova cultura e o aprimoramento de um segundo idioma. É o que tem optado muitos jovens ao realizar um programa de trabalho voluntário no exterior.
Para Betty Woodyatt, Diretora Operacional da Experimento Intercâmbio Cultural, o trabalho voluntário é uma das melhores opções de intercâmbio que o estudante pode realizar. “A bagagem que traz um trabalho voluntário é muito maior em relação aos outros programas. O voluntário entra em contato com a real cultura do país e ainda adquire crescimento emocional, ajudando comunidades que necessitam de apoio. É um programa completo em todos os sentidos”, afirma.
Segundo a profissional, “quando acontece algum desastre natural, como os terremotos na Turquia e na China, por exemplo, os estudantes do mundo inteiro se mobilizam para ajudar. No Brasil isso ainda é pouco trabalhado”, completa.
A evolução do programa no segmento de intercâmbios
Betty faz uma comparação interessante entre o programa de Trabalho Voluntário e o programa Au Pair, um dos mais procurados nas agências de intercâmbio. “O Volunteer Work lembra um pouco o início do programa Au Pair no Brasil, o qual a Experimento foi pioneira. No início as pessoas achavam um absurdo e que não iria vingar. Hoje é um sucesso entre as agências e os estudantes. Acredito que irá acontecer o mesmo com o Trabalho Voluntário, falta apenas divulgar”, acredita a diretora.
Para este ano a Experimento espera um crescimento de 100% na procura do programa de trabalho voluntário em relação ao ano de 2007. “Nos surpreendemos com a procura pelo programa no ano passado. Acredito que 2008 mais uma vez irá superar nossas expectativas”, afirma Betty.
Estudante viaja para Turquia em busca de trabalho voluntário
A estudante de administração Analice Oliveira, 22 anos, embarca no início de julho para uma aventura em Istambul, o coração da Turquia. A jovem será voluntária em um acampamento infantil, desenvolvendo todas as atividades de recreação das crianças. “Já realizei alguns trabalhos voluntários aqui no Brasil com crianças carentes, mas esta será a primeira vez que vivencio este tipo de experiência em uma cultura completamente diferente da minha.”, explica a estudante.
A jovem ficará hospedada em casa de família, vivenciado toda a cultural local e o aprendizado do idioma. “Estou ansiosa para chegar o dia da viagem. Sempre quis conhecer a Ásia e realizar este sonho aliado a um projeto de voluntariado será uma experiência única”, finaliza Analice.
Estrangeiros também fazem trabalho voluntário no Brasil
No dia 01 de julho, a Experimento Intercâmbio Cultural receberá dois grupos de estudantes americanos para realizarem o programa de trabalho voluntário no Brasil. Em países como os Estados Unidos sempre houve participação nesse tipo de atividade, chegando a 62% entre a população jovem, segundo os dados da Kanitz & Associados, entidade que organiza o Guia Filantropia.
Estes estudantes de ensino médio foram escolhidos por meio do programa Summer Abroad, que concede Bolsas de Estudos em outros países e que tem como um dos objetivos somar créditos nas universidades americanas. Eles passarão cinco dias no Rio de Janeiro participando de aulas de português e atividades culturais, como a visita aos projetos Morrinho e Pintando Favelas. “Eles terão a oportunidade de visitar escolas públicas e particulares e entenderem as diferenças culturais”, explica Betty.
Após essa semana os grupos se dividirão: alguns jovens irão para Salvador, participar de um programa focado em cultura. O segundo grupo irá para Natal, participar de um projeto que engloba o futebol como tema central.
Programação
Salvador – Durante duas semanas os estudantes ficarão hospedados no Projeto Pousada-Escola. Participarão de workshops de música e arte em associações beneficentes de Salvador. Também terão a oportunidade de conhecer a Chapada Diamantina e seus pontos turísticos, vivenciando a cultura local morando por uma semana em uma casa de família.
Natal – Os jovens ficarão duas semanas hospedados dentro de um centro esportivo, participando de treinamentos com os adolescentes da região. As atividades serão divididas em: futebol de campo, futebol de salão e futebol de praia. Após o término desta programação, os estudantes ficarão hospedados em uma casa de família, além de participar da restauração e construção de dois campos de futebol.
Unidades Experimento
São Paulo – Jardins: (11) 3707 7122
São Paulo – Higienópolis: (11) 3255 2638
São Paulo – Tatuapé: (11) 6191-8611
Grande São Paulo – Alphavile: (11) 4195 1754
Grande São Paulo – Santo André: (11) 4990 9900
Brasília: (61) 3321 2133
Campinas – Cambuí: (19) 3255 2203
Campinas – PUC: (19) 3256 4022
Curitiba: (41) 3016 8676
Goiânia: (62) 3242 0103
Londrina: (43) 3027 2773
Natal: (84) 3222 0010
Piracicaba: (19) 3434 8232
Porto Alegre: (51) 3061 5775
Recife: (81) 3465 0390
Ribeirão Preto: (16) 3964-6767
Rio de Janeiro: (21) 2512-2143
Salvador: (71) 3271 5020
São José dos Campos: (12) 3923 5005
Santos: (13) 3273-3740
Sorocaba: (15) 2101-4800
Uberlândia: (34) 3215 6600
Representantes Experimento
Blumenau: (47) 326 8088
Cuiabá: (65) 30276223
Mairiporã/Guarulhos: (11) 6996-5452
Caraguatatuba: (12) 3883-3981/Fax: 3883-3952
São José do Rio Preto: (17) 3214 5700
Sobre a Experimento
Fundada em 1964, a Experimento foi a primeira empresa a oferecer programas de intercâmbio cultural no País. Hoje a organização atua em todo o Brasil, por meio de 22 lojas. Sua missão é ser uma organização especializada em intercâmbio cultural, referência de alto padrão de qualidade em atendimento, equipe, serviços e produtos competitivos que promovem experiências internacionais de aprendizado, formação e crescimento pessoal e profissional para jovens e estudantes. A empresa é membro da Federation Experiment International Living, fundada em 1932, uma das pioneiras na concepção desse tipo de viagem e reconhecida como Organização Mensageira da Paz pelo secretário geral das Nações Unidas.