São Paulo, 13 de novembro de 2006 – A PRTrade, empresa do Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec), lança o seu ramo industrial, a BR3 Tecnologia e Indústria. O lançamento aconteceu na sede da BR3, no pré-parque do Cietec.
Com capacidade para a produção de defensivos agrícolas de baixa toxicidade ao homem e reduzido impacto ao meio ambiente, de acordo com o Gerente Administrativo Marcelo Claro, a PRTrade pesquisa e desenvolve tecnologia na área agroquímica. “Até então, toda a parte produtiva era terceirizada. Comprávamos as matérias-primas e a produção era feita por outras empresas. A partir de agora, parte da produção fica a cargo da BR3”.
A fabricação de um defensivo agrícola é normalmente dividida em duas etapas: síntese e formulação. “A etapa de síntese gera o ingrediente ativo. Já a formulação consiste em uma mistura do ingrediente ativo com outros ingredientes, gerando assim o produto final que será vendido ao cliente. Faremos a partir de agora a formulação”, afirma. Mas já há planos de o processo de síntese também ser efetuado pela BR3.
Fegatex
A nova empresa, juridicamente independente da PRTrade, se localiza no Pré-Parque do Cietec. Nessa área passa a ser formulado o Fegatex, agroquímico com propriedades bactericida, fungicida e esporicida e que tem por diferenciais, além de sua eficácia agronômica, características muito desejáveis do ponto de vista da toxicologia e impacto ao meio ambiente.
O Fegatex é o primeiro defensivo agrícola desenvolvido totalmente no Brasil a partir de um ingrediente ativo de uso a campo inédito na agricultura mundial. Registrado para utilização nas culturas de café, batata, cenoura e tomate, o produto está com o registro em tramitação para as culturas de soja e feijão.
Sobre o Cietec
Um dos mais importantes centros incubadores do País, o Cietec foi criado em abril de 1998 por um convênio entre a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, o Serviço de Apoio a Micro e Pequena Empresa de São Paulo (Sebrae-SP), Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). As incubadoras são uma forma de incentivo ao desenvolvimento de tecnologia, muito popular no exterior e que está se fortalecendo a cada dia no Brasil. Seu objetivo é incubar empreendimentos de base tecnológica para ampliar o índice de sobrevivência e a competitividade dessas empresas, objetivando o crescimento da economia brasileira, o aumento da geração de empregos qualificados e de melhores resultados na balança comercial brasileira.