Professora e doutora em música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Liane Hentschke, e o músico gaúcho Lucas Lima participam do projeto
São Paulo, junho de 2011 – Interatividade, linguagem com foco na geração Y e inclusão musical. Essas foram algumas das palavras utilizadas pela professora e doutora em música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Liane Hentschke para definir o Programa e-SOM durante o lançamento na quarta-feira (dia 15/6), em São Paulo. O encontro também contou com a participação do músico gaúcho e apoiador do Programa, Lucas Lima.
Pensando em estimular o interesse de jovens e crianças e, ainda, cumprir a Lei nº 11.769, que determina como obrigatório o conteúdo de música na Educação Básica, foi criado o e-SOM (educar, socializar, orientar, musicalizar), que oferece uma proposta inovadora de educação musical para escolas por meio de uma plataforma virtual, que faz com que computadores se transformem em instrumentos musicais e os alunos tornem-se ouvintes críticos e produtores de música. O programa foi criado pela Quanta Educacional, uma das divisões da Quanta Brasil, empresa com expertise de 21 anos no ramo de música e áudio digital.
O programa oferece conteúdo e ferramentas tecnológicas para ter aulas de música no próprio laboratório de computação da escola por meio de uma plataforma e de apostilas desenvolvidas especificamente para isso. Com o e-SOM, os colégios não precisam investir recursos na compra de instrumentos ou na contratação de profissionais específicos, pois é oferecida a capacitação aos professores e os computadores se transformam em instrumentos musicais virtuais.
De acordo com a professora e doutora em música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Liane Hentschke, crianças que estudam música possuem rendimento escolar mais alto e desenvolvem melhor a concentração e o raciocínio lógico. Por isso, a professora defende o ensino de música como disciplina obrigatória. "Como não dispomos de professores de música para todas as escolas, o ensino será feito por docentes de artes e músicos bacharéis. Mas é importante que os colégios tenham um professor especialista que possa coordenar as atividades de música e, gradualmente, sejam contratados profissionais especializados para assumir a tarefa."
Segundo o músico Lucas Lima, são poucas as oportunidades de associar o nome à um projeto tão interessante, principalmente em prol de uma causa de importância vital para a sociedade e também para os músicos. "Meu apoio ao Programa e-SOM aconteceu porque eu pedi. Eu tenho uma parceria de anos com a Quanta na parte de áudio, e por isso tive acesso a todo o desenvolvimento do projeto, que me deixa feliz por oferecer educação musical às crianças", explicou o gaúcho.
Pesquisa em Porto Alegre
A professora destaca que, a partir de Porto Alegre, foi desenvolvida uma pesquisa com oito países sobre a motivação das crianças e o resultado comprovou que existe uma tendência de desmotivação forte no ensino médio em vários países como, por exemplo, China e Finlândia. Porém, os dados mostram que o Brasil se mostrou muito diferente devido ao maior engajamento com a música, o que aumenta a vontade de ir ao colégio. "Quando comparamos crianças que fazem música na escola com as que fazem fora dela, verificamos uma queda de motivação muito grande. A motivação é uma porta para a aprendizagem. Às vezes, podemos dizer que um aluno está com dificuldade de aprendizagem, mas ele está, na verdade, apenas desmotivado," explica.
Lei nº 11.769 impulsiona novo modelo educacional
O Programa e-Som desenvolvido pela Quanta Educacional é uma proposta viável para que as escolas de todo o país se adaptem e passem a oferecer a disciplina de música, tal como prevê a Lei nº 11.769, sancionada em 2008, e que entra em vigor em agosto deste ano. A lei determina que a música seja conteúdo obrigatório em toda a Educação Básica, mas não regulamenta o formato ou conteúdos das aulas, dando autonomia para que os colégios escolham quais atividades serão oferecidas.
Liane ainda indica que a legislação vem cumprir um papel importante ao tornar obrigatória uma disciplina considerada secundária por muitas escolas. "Os modelos convencionais de ensino de música na sala de aula, tal como vem sendo praticado, já não dão os resultados esperados". Para ela, o modelo precisa ser repensado de forma a valorizar a motivação do aluno, tal como acontece com o recém-lançado Programa e-SOM.
Liane ainda indica que a legislação vem cumprir um papel importante ao tornar obrigatória uma disciplina considerada secundária por muitas escolas. "Os modelos convencionais de ensino de música na sala de aula, tal como vem sendo praticado, já não dão os resultados esperados". Para ela, o modelo precisa ser repensado de forma a valorizar a motivação do aluno, tal como acontece com o recém-lançado Programa e-SOM.
Sobre a Quanta Educacional
Quanta Educacional – Visando a oferta de oportunidade de aprendizagem musical para estudantes do ensino básico com a Lei Federal 11.769, a empresa desenvolveu o Programa e-SOM (educar, socializar, orientar e musicalizar) com tecnologia inédita que ensina a linguagem musical com criatividade e autonomia, de uma maneira que estimula o aluno. As aulas podem ser ministradas no laboratório de informática da escola, por meio de softwares com licenças gratuitas e ferramentas tecnológicas como redes sociais e um portal com acesso diferenciado para docentes e discentes. A primeira coleção do Programa e-SOM é destinada aos alunos do Fundamental II (de 12 à 15 anos). Com a coordenação-executiva de Jobert Gaigher, a autoria dessa coleção FII vem da parceria entre os especialistas de produtos da Quanta Educacional com mestres e doutores do setor educacional, tal como a Doutora em Educação Musical pela University of London (Inglaterra) e Professora Titular do Departamento de Música, Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, Liane Hentschke.
Quanta Educacional – Visando a oferta de oportunidade de aprendizagem musical para estudantes do ensino básico com a Lei Federal 11.769, a empresa desenvolveu o Programa e-SOM (educar, socializar, orientar e musicalizar) com tecnologia inédita que ensina a linguagem musical com criatividade e autonomia, de uma maneira que estimula o aluno. As aulas podem ser ministradas no laboratório de informática da escola, por meio de softwares com licenças gratuitas e ferramentas tecnológicas como redes sociais e um portal com acesso diferenciado para docentes e discentes. A primeira coleção do Programa e-SOM é destinada aos alunos do Fundamental II (de 12 à 15 anos). Com a coordenação-executiva de Jobert Gaigher, a autoria dessa coleção FII vem da parceria entre os especialistas de produtos da Quanta Educacional com mestres e doutores do setor educacional, tal como a Doutora em Educação Musical pela University of London (Inglaterra) e Professora Titular do Departamento de Música, Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, Liane Hentschke.
