São Paulo, novembro de 2007 – O desenvolvimento industrial brasileiro, de acordo com o Ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, ainda é pequeno. Segundo ele, apenas 0,6% do faturamento é aplicado em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Apesar disso, o interesse na inovação é grande. O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) anunciou nesta terça-feira, dia 20, o Plano de Ação de Ciência e Tecnologia, que prevê investimentos de até R$ 41 bilhões até 2010.
O Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec) atua nesse sentido. Suas 128 empresas desenvolvem novas tecnologias em meio ambiente, eletroeletrônico, tecnologia da informação, biotecnologia e medicina e saúde. Gerente executivo do Cietec, Sérgio Risola é excelente fonte sobre o assunto.
Formado em Ciências Jurídicas, possui extensão em Administração pela USP e especialização em Gestão estratégica da Inovação tecnológica Pela Unicamp. Professor Apoiador do mestrado e extensão da FEA/USP gerencia Cietec desde 1997.
Foi assessor jurídico do Banco central do Brasil de 1974 a 1976, fundador e superintendente da Anfacer e participante do Comitê Internacional da ISSO. Fundador e participante SG7 do Mercosul. Assessor da Presidência da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) e Conselheiro atual.
Dentre os assuntos que podem ser abordados por Sério Risola estão:
• Investimentos em inovação
• Movimento das Incubadoras
• Inovação
• Desenvolvimento sustentável
• Empreendedorismo
• Indústria cerâmica
Sobre o Cietec
Um dos mais importantes centros incubadores do País, o Cietec foi criado em abril de 1998 por um convênio entre a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, o Serviço de Apoio a Micro e Pequena Empresa de São Paulo (Sebrae-SP), Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). As incubadoras são uma forma de incentivo ao desenvolvimento de tecnologia, muito popular no exterior e que está se fortalecendo a cada dia no Brasil. Seu objetivo é incubar empreendimentos de base tecnológica para ampliar o índice de sobrevivência e a competitividade dessas empresas, objetivando o crescimento da economia brasileira, o aumento da geração de empregos qualificados e de melhores resultados na balança comercial brasileira.