São Paulo, março de 2010 – Com apenas um ano de funcionamento, a Agrofficio, empresa incubada no Cietec(Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia) desde novembro de 2008, lança o software de monitoramento Avaliação de Terras e planeja faturar R$ 2 milhões em 2010. O software auxilia fazendeiros e gestores de fundos de investimento (Ag Lands Funds) na gestão agrícola das informações do solo e do clima em áreas de cultivo. Com isso, os empresários obtêm informações estratégicas para nortear, diminuir riscos, agregar valor e monitorar investimentos nesse segmento.
Segundo Winston Quirino, sócio-diretor da Agrofficio, o Avaliação de Terras complementa o serviço de monitoramento de terras e é a solução ideal para investidores, pois fornece dados para localização e aquisição de terras, adequação e preparo do solo, arrendamento, processo produtivo e revenda. "O produto fornece informações para nortear investimentos no agronegócio, como as culturas mais adequadas para cada terreno", explica Quirino.
O primeiro passo do processo é a detecção dos locais adequados para o plantio de determinada cultura solicitada pelo cliente, em seguida a Agrofficio coleta amostras do solo e realiza um estudo do clima da região. Essas informações são armazenadas em um banco de dados e atualizadas conforme o decorrer do cultivo. "Quando um cliente busca nosso serviço, podemos fazer a análise de um Estado e de uma cultura específica", descreve Luiz Eduardo Oliveira, sócio-diretor da empresa.
Outro diferencial do serviço da Agrofficio e do software Avaliação de Terras é o site personalizado para cada cliente e facilmente acessível com login e senha. "Nossos sites estão disponíveis 24 horas, sem que o usuário tenha que se preocupar com atualizações, custos com máquinas, manutenções e configurações. Basta acessar a internet", declara França.
Geoprocessamento aliado à tecnologia da informação
Empresa incubada no Cietec desde novembro de 2008, a Agrofficio nasceu a partir de pesquisas feitas no Brasil e no exterior por um dos sócios, o engenheiro agrônomo Luiz Eduardo Oliveira. Com os mapas-relatórios detalhados sobre o potencial do clima e do solo para cultivo de algodão, milho, soja, cana-de-açúcar e pinhão manso, Oliveira se uniu ao engenheiro de computação Winston Quirino.
Empresa incubada no Cietec desde novembro de 2008, a Agrofficio nasceu a partir de pesquisas feitas no Brasil e no exterior por um dos sócios, o engenheiro agrônomo Luiz Eduardo Oliveira. Com os mapas-relatórios detalhados sobre o potencial do clima e do solo para cultivo de algodão, milho, soja, cana-de-açúcar e pinhão manso, Oliveira se uniu ao engenheiro de computação Winston Quirino.
Em 2009, a empresa foi selecionada no Prime – Programa Primeira Empresa Inovadora, da FINEP – e irá receber R$ 240 mil em um período de dois anos para investimentos em recursos humanos e consultorias especializadas. Para 2010, o plano é faturar R$ 2 milhões. "Estamos com um planejamento de marketing e devemos fechar contratos nos próximos meses", comemora o sócio Winston Quirino.
Sobre o Cietec
Um dos mais importantes centros incubadores da América Latina, o Cietec foi criado em abril de 1998 por um convênio entre a Secretária do Desenvolvimento do Estado de São Paulo, o Serviço de Apoio a Micro e Pequena Empresa de São Paulo (SEBRAE-SP), Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). As incubadoras são uma forma de incentivo ao desenvolvimento de tecnologia, muito popular no exterior e que está se fortalecendo a cada dia no Brasil. Seu objetivo é incubar empreendimentos de base tecnológica para ampliar o índice de sobrevivência e a competitividade dessas empresas, objetivando o crescimento da economia brasileira, o aumento da geração de empregos qualificados e de melhores resultados na balança comercial brasileira.
Um dos mais importantes centros incubadores da América Latina, o Cietec foi criado em abril de 1998 por um convênio entre a Secretária do Desenvolvimento do Estado de São Paulo, o Serviço de Apoio a Micro e Pequena Empresa de São Paulo (SEBRAE-SP), Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). As incubadoras são uma forma de incentivo ao desenvolvimento de tecnologia, muito popular no exterior e que está se fortalecendo a cada dia no Brasil. Seu objetivo é incubar empreendimentos de base tecnológica para ampliar o índice de sobrevivência e a competitividade dessas empresas, objetivando o crescimento da economia brasileira, o aumento da geração de empregos qualificados e de melhores resultados na balança comercial brasileira.
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